18 de abril de 2013

ei gatinha, quer tcc?


Não, você não leu errado.
Hoje eu vou falar sobre algo que incomoda mais gente que os elefantes, os políticos e as testemunhas de jeová: o TCC, também conhecido por tomada de cu coletiva trabalho de conclusão de curso.
E sim, resolvi escrever sobre isso porque estou vivendo este momento na minha vida e, posso dizer que, depois do vestibular da federal e da prova de direção para tirar carteira de motorista (não, não passei em nenhuma delas), essa é a tarefa mais chata e supervalorizadamente difícil de toda a minha vida.

Essa não sou eu fazendo o TCC
Na verdade, essa figura de pessoa estudando todos os dias, lendo milhares e milhares de livros sobre determinado assunto e tudo mais, me representa menos ainda que o Feliciano. O que acontece comigo é que passo o tempo todo preocupada com isso e resolvo escrever alguma coisa apenas nos dois últimos dias antes da entrega de algum capítulo para o orientador. 

Tenho um relato inútil super importante para fazer sobre como eu lido com meu TCC e como eu escolhi a melhor forma de fazê-lo e agora vou falar para vocês tudo aquilo que eu não sei sobre o assunto.


Tudo começou quando, no meio da faculdade de jornalismo, eu decidi que não queria ser jornalista. Bom, na verdade, meu curso se chama Comunicação Social com ênfase em Jornalismo, o que me conforta um pouco visto que a perspectiva de ser uma comunicadora me é muito mais atraente da perspectiva de ser uma jornalista. 


Acontece que todas as pessoas que estudam comigo estão no curso de jornalismo para serem jornalistas e eu sei que isso é a coisa mais natural do mundo e isso nunca exatamente me incomodou até a chegada dele, do TCC (muaháháháháhá). O TCC chegou e o professor me disse que seríamos OBRIGADOS a fazer o trabalho em grupo. Oh wait, agora eu entendi porque eles não gostam de falar o nome MONOGRAFIA, porque de MONO essa GRAFIA não tem nada. Onde já se viu uma monografia em grupo? Enfim. 

O tempo passou e eu sofri calada não deu pra tirar ela do pensamento porque os temas que eu gostaria de estudar não são do interesse de mais ninguém da turma e, por norma da instituição, eu logo teria que escolher um grupo e falar sobre o tema que eles quisessem porque eu não consigo convencer as pessoas a fazer o que eu quero eu era minoria. Portanto, aceitei fazer parte de um TCC que estudaria qualquer coisa relacionada a um tema que não me interessa. Fiquei triste.



Foi aí que uma luz divina me iluminou e me disse: FODA-SE A INSTITUIÇÃO, TENTE BRIGAR PELO SEU DIREITO DE FAZER ESSA PORRA SOZINHA E ESTUDE AQUILO QUE VOCÊ REALMENTE AMA, Ô CARALHO! Era uma luz divina bastante insistente e foi aí que eu decidi chutar o balde e ir em busca dos meus sonhos (...)

eu chutei o balde

Daí eu decidi fazer meu TCC sozinha, mas ao menos ter a chance de estudar algo de que eu realmente gosto, o que é infinitamente menos pior. A conclusão é que consegui fazer com que a INSTITUIÇÃO me permitisse fazer o troço sozinha mesmo tendo o triplo de trabalho visto que agora não tenho coleguinhas para me carregar nas costas me ajudar. Mas valeu a pena, e agora sou uma sofrida do TCC, mas ao menos sou uma sofrida feliz! (?)


2 comentários inúteis:

  1. Cadê vocês meninas? Brigaram de novo? O que há de ser da minha TPM sem a TPM de vocês?

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