23 de janeiro de 2013

Vida de Balada


Mais que uma pergunta, um dilema. Após várias saídas desastrosas você mais uma vez se predispõe a sair e tentar conhecer alguém, porém você não faz o tipo de pessoa que acha que o termo quantitativo supre o qualitativo.

Primeiramente, você chega à balada e observa que metade das mulheres estão com um vestido que parece uma toalha enrolada ao corpo, já a outra metade está com uma regata branca, um casaquinho de couro, saia alta, uma bolsa transversal e o insistente 212, mas até aí tudo bem pois o uniforme faz parte.

Não muito distante disso você vê alguns homens com uma camisa polo com “número 43” nas costas, barriga saliente e com as mulheres mais bonitas da festa. Alguns gastando dinheiro que não tem, outros gastando por gastar e outros como eu agora, pensando em como funciona tudo isso…

Nesse instante por algum motivo você se sente diferente daquelas pessoas.


Culturalmente instruídos a sempre segurar um copo na mão seguimos o nosso caminho em busca de algo que no fundo não sabemos se realmente faz sentido.

Alguns caras querendo se divertir e outros numa disputa inútil para ver quem é o mais frouxo. Frouxo simplesmente por não conseguir pegar uma mulher só com o papo, por não saber jogar esse jogo de homem pra homem, mas novamente até aí tudo bem pois cada um usa as armas que tem.

Em meio a tudo isso me pergunto: onde está a conquista? Cadê o charme, o ato de arrancar um sorriso sincero, de você ficar com a mulher por ter falado a coisa certa na hora certa, sem sensacionalismo só acho que as coisas estão perdendo um pouco da graça.

Então depois de consecutivas experiências dessas, você acaba vendo que o mundo de balada é muito limitado e o mais importante, que o que você tanto procura não está e nem estará ali. De forma alguma estou dizendo que não gosto de balada ou que balada é algo de pessoas “vazias”, mas infelizmente na maioria das vezes é isso que eu vejo, mulheres que só querem levantar seu ego e homens que acham que baixar um litro de bebida lhe faz ser o macho “alpha “da festa.

Cada vez mais as pessoas têm a necessidade de mostrar ser uma coisa que não são e principalmente terem seu ego exaltado, agora só falta elas perceberem que isso não leva a lugar nenhum.

Chegamos num ponto chave da sociedade, onde máscaras valem mais do que expressões, garrafas de bebida em cima da mesa valem mais do que apertos de mão e companhias falsas valem mais do que uma conversa sincera com a menina menos atraente da festa.

Por fim entenda que você pode ser uma pessoa super charmosa, educada, inteligente ou qualquer outro adjetivo, mas se a outra pessoa não for equivalente ela não irá perceber o quão valiosa você é.

Só vai...




 

Fonte: Texto por Frederico Elboni, erroneamente compartilhado em diversos perfis no Facebook como sendo de Matheus Meneguetti. Via http://www.entendaoshomens.com.br/

11 comentários inúteis:

  1. Esse texto não é desse Matheus Meneguetti e sim do Fred Elboni dono da Fan Page e do blog ENTENDA OS HOMENS.

    ResponderExcluir
  2. Dar os devidos créditos ao autor que é bom, nada né?!

    ResponderExcluir
  3. Correto é do Frederico Elboni!

    ResponderExcluir
  4. Que bando de copiões!! Deem o devido credito pro FREDERICO ELBONI!

    ResponderExcluir
  5. Triste a vida do KIBADOR, né??!

    ResponderExcluir
  6. Esse texto é do Frederico Elboni, dono do Blog e da Fan page Entenda os Homens!

    ResponderExcluir
  7. gente, se estão compartilhando a fonte errada pela internet, não venham nos julgar, ok? Demos os créditos conforme encontramos!

    ResponderExcluir
  8. PAREM DE SER UM PÉ NO SACO E LEIAM antes de sair comentando merda.

    Demos os créditos, conforme segue no final do texto, na parte onde diz FONTE (ou vcs não sabem ler mesmo ou se fazem de idiotas). Não temos culpa se o texto circula na internet com outras fontes, o máximo que podemos fazer é corrigir o erro na edição como fizemos agora, depois de confirmar os dados. Basta avisar, como fez a Anyelle, e não sair xingando sem razão, seu bando de mal educados.

    ResponderExcluir
  9. Obrigada, Anyelle, por ter sido a única pessoa EDUCADA a nos avisar. Faremos a correção ;)

    ResponderExcluir
  10. Desculpa, mas...

    FODA-SE A FONTE!!!

    Mudou algo no texto? Nãããão \o\
    Então, foda-se a fonte.

    Coisa mais escrota em internet é esse mimimi de "kibar", ou de "citar a fonte" ...

    Quer exclusividade de material? Não poste na internet... É assim a vida.

    =========================================================

    ENFIM

    Interessante a Alice ter compartilhado esse texto, pois é algo que eu também penso sobre baladas...

    Compartilho do pensamento de um amigo, Lucas Mombarque, sobre baladas:

    Sério, baladas são horríveis. Você entra, e todos os outros grupos de pessoas já te odeiam automaticamente, tendo em vista que você é uma "concorrência"(Isso se você não for um gordo, que nem notado será, e isso também é chato). Garotas bebem tequila porquê pensam que fazendo isso, podem fazer sexo com qualquer um sem sentir culpa. "Ai, foi a tequila, fiz besteirinha rs". Garotos tentando se provarem os "Alfas", os fodelões, só pra conseguir uma vagina. Gente erguendo a mãozinha e fechando os olhos quando a música (que já é chata) fica sem batida, pra parecer que estão "curtindo muito". E o pior: Você ainda paga pra entrar.


    Me avisem quando criarem uma balada pra você jogar War e conversar tranquilamente.






    ~
    E sim, odeio baladas.

    ResponderExcluir

Vai, comenta! Não dói nada!