8 de janeiro de 2013

Quem vê perna não vê coração...




"Eu vi seu broto pintando o sete. Tá mais por fora do que umbigo de vedete. (...) Vai, vai procurar um detetive particular, pra não dizeres depois, em plena lua de mel, o que me mata é esse duvida cruel."


Êee que beleza ! A próxima grande data comemorativa do Brasil está chegando. Sim, estou falando dele, O CARNAVAL!!!! (Aliás, quando no Brasil o carnaval não foi a comemoração mais importante?)

Pois bem, decidi apresentar aos que não conhecem as magníficas vedetes, pois fiz uma peça ano passado sobre o tema e, acreditem, as safadezas das vovós não me saem da cabeça!
Vamos ver se consigo explicar... As vedetes nada mais eram que Panicats da época da sua avó, com direito a lantejoulas, plumas, algumas gordurinhas talvez (Mulher Morango curtiu isso), muito glamour e pouca vulgaridade. A pouca vulgaridade deve-se ao fato de muitas vezes apresentarem-se totalmente PE-LA-DAS... o que seria muito melhor que determinadas “roupas” que vemos hoje em dia.


As vedetes cantavam e interpretavam. Eram mais ou menos uma fusão de Mulher Melancia + Glória Pires + Luan Santana! (só que não!!!!! Até porque eu disse que elas CANTAVAM!). Guardarei o comentário de que a Paula Fernandes, por exemplo, não poderia ser vedete =(


Quando eu digo cantar, não pensem que tivemos, em alguma época da vida, Whitney Houston’s de maiô arregaçando no dó maior e balançando a buzanfa glamourosa. O nível musical estava ainda entre Luiza Possi e Michel Teló, apesar de tudo. Popularzices! Afinal, quem ligava para a voz, se a mulher estava com a peitcholas balançando na sua cara?

E as Panicats do Chacrinha? Essas vocês certamente já ouviram falar!... Rita Cadillac, Índia Potira,  Esther Bem-Me-Quer, Sandra Veneno, Suely Pingo de Ouro e Leda Zepelin eram algumas representantes de uma raça específica das famosas Vedetes, cujo dono era o famoso comunicador de rádio e Tv dos anos 50 aos 80, Abelardo Barbosa, o Chacrinha. As Chacretes são Vedetes, mas nem tanto. São como "Yakult da Chamyto"... A base é a mesma, mas só a base!


Enfim, os anos 50 estão cheios de figuras mitológicas sinistras e muitos semelhantes às atuais, basta saber degustar. Só é certo que de Carmen Miranda a Renata Banhara (quem não conhece: segundo A Fazenda - personalidade da mídia)  há um exteeenso caminho de plásticas. Desde já, tenham um bom carnaval e todo meu respeito a quem for vestida de vedete com pompom na bunda!

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