20 de março de 2012

Mentir or not mentir? That is the question!


Acho que quase todo mundo nessa vida já chegou à conclusão de que o que falta às pessoas é um tanto de sinceridade. E não falo dessa sinceridade fácil que encontramos por aí, falo daquela sinceridade mais profunda: a sinceridade sincera. Por mais redundante que isso possa parecer (e por mais reduzido que seja meu vocabulário), sei que a maioria de vocês conseguiu me entender.
A sinceridade sincera pode tornar a vida mais leve, os dias mais fáceis e as relações interpessoais menos desgastantes. Dizer pro seu chefe que aquela caganeira que te impossibiltou de ir trabalhar na quarta-feira da semana passada, na verdade, era ressaca, pode te economizar um baita estresse posterior, pena que também, provavelmente, pode gerar sua demissão. Talvez, então, eu tenha encontrado aí um grande motivo pelo qual as pessoas optam pelo caminho da mentira. Para nos aprofundar nessas questões, vamos a nossa "pergunta essencial do dia":

POR QUE AS PESSOAS MENTEM?

Teoricamente, a mentira seria o caminho mais difícil a se tomar frente a uma situação delicada. Afinal, criar toda uma situação imaginária, com detalhes possíveis e coesos, sem que falte nenhuma coerência a sua história requer um certo nível de inteligência que nem sempre parecemos possuir. Porém, não é bem assim na prática diária...

sobre sinceridade e interesse...



O que mais vemos por aí é a tal da mentira, da bem e da mal contada. Há os que metem para o bem, há os que mentem para se safar de esporro, há os que "não mentem, só omitem" e há também os que parecem sentir prazer em mentir. De todos, o último caso é o que mais me assusta, com certeza.
Encarando realmente a mentira, sabemos que ela acaba sendo uma arma para sair de situações constrangedoras ou apenas para te safar de algumas furadas. Há grandes diferenças entre "mentirinhas" e "mentironas". Vamos a algumas situações hipotéticas:

SITUAÇÃO 1:
Sua mãe: - Fulaninho, você pagou aquela conta que te pedi?
Você (sabendo que não havia pagado): - Claro, mãe!
Comentário: Se você, após esse acontecimento, correr para pagar a porra da conta, tudo bem, foi apenas uma mentirinha, para evitar sermão e essas coisas, super compreensível. Mas se você, mesmo depois desse aperto, esquecer de pagar a porra da conta, na boa, você não tem medo da morte e não passa de um babaca mentiroso e desnaturado (possíveis palavras que serão usadas por sua mãe).


SITUAÇÃO 2:
Menina: - Amor, você me ama o tanto que te amo?
Menino (sabendo que não ama e que tá doido pra ir pra balada assim que deixá-la em casa): - Claro, amor!
Comentário: Se você faz o estilo do "menino" da situação 2, só te digo uma coisa com certeza: você é um idiota, babaca, energúmeno, acéfalo que se acha o fodão da parada. Um aviso: um dia a casa cai!


SITUAÇÃO 3:
Menino: - Foi bom pra você?
Menina (sabendo que não foi): - Claro, meu bem!
Comentário: Meninas que agem assim, por favor, PAREM! Vocês estão criando monstros que se acham os reis do sexo e que, na verdade, nem sabem usar o brinquedinho que têm. Precisamos ser sincera e dizer "Cara, dá pra melhorar, viu!".


A melhor saída, a não ser que você esteja correndo risco de morte (como na situação 1), é falar a verdade.  Há ensinamentos que devemos levar para a vida toda, um deles é aquela música das Chiquititas que dizia "não me diga mentirinhas, dói demais". Abaixo à mentira, por mais sinceridade e amor (sincero) para todos nós!



Beijos, coisas fofas...
Obs: na verdade, quero que todos se fodam, nada de beijos e nem coisas fofas. Afinal, prezo pela sinceridade. RISOS

0 comentários inúteis:

Postar um comentário

Vai, comenta! Não dói nada!