16 de março de 2012

Algo sobre fidelidade, poligamia e outras coisas


Há alguns dias ouvi no rádio um relato (não sei se real) sobre um homem que havia trocado sua mulher pela amante... E descoberto que fez mau negócio.
Resolvi então escrever um texto sobre, mesmo nunca tendo passado pela experiência em si, pra deixar claro às pessoas que não adianta trocar de funcionário se o cargo e as funções são sempre as mesmas (adoro metáforas, vocês sabem).
Poligamia. Será?
A história do coitado é que, cansado do casamento que havia esfriado, acabou com uma amante. A mulher era fogosa e sempre que se encontravam saía faíscas. Depois de um tempo nessas e querendo encontrar cada vez mais frequentemente com a amante, ele pediu o divórcio pra ficar com ela. Então ele e a amante passaram a viver juntos, e foi então que ele percebeu a cagada que havia feito: ela era completamente louca, ciumenta, possessiva, daquelas de dar barraco e fazer vexame em festinha de família. Por fim, ele terminou arrependido de ter pedido separação da esposa dedicada e mãe de seus filhos e ficou sem ninguém.
Qual a lição dessa história, crianças? Às vezes, trocar as posições dos jogadores não melhora o time. Ou seja, segundo os radialistas do programa, ele deveria ficar com a mulher como esposa e a amante como amante. Na minha humilde opinião (acredito que a maioria vá concordar), nenhuma pessoa, homem ou mulher, deveria ter um relacionamento com outra(s) pessoa(s) sem o devido conhecimento e consentimento de seu parceiro(a), digamos, “oficial”. Se você é casado, não deve ter amante. Se tiver amante, não deve ser casado. Got it?

Nunca estive na posição de traída (EU ACHO). Nunca fui trocada por amante. Já fiz uma pessoa terminar com a namorada pra ficar comigo, mas não foi o melhor sentimento do mundo... Tenho meus princípios e costumo estendê-los às pessoas com quem convivo, e ir contra eles me causa extremo desconforto. Tanto que na situação relatada logo percebi que não daria certo e deixei pra lá.

Acontece que todo mundo é livre pra fazer o que bem entender, mas dentro da cultura monogâmica em que vive nossa sociedade, o que vale é a sinceridade e fidelidade. São valores morais importantíssimos e igualmente raros hoje em dia.



E um fato muito importante: todos os relacionamentos têm problemas. Ninguém é feliz 100% do tempo. Aceite e saiba lidar com isso e com certeza você atingirá plena satisfação na sua vida.

Nada mais bonito do que duas (ou mais) pessoas que se amam e respeitam. E o mais importante: são felizes... pro resto da vida.


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