19 de julho de 2013

Dia do Amigo #ComGuarana


Você sabia que 20 de julho é Dia do Amigo?
Para marcar essa data tão importante, Guaraná Antarctica vai proporcionar à audiência da sua fan page a oportunidade de eternizar essa data. Como? Todo mundo tem pelo menos um momento inesquecível com amigos, que poderia render um livro. 



E é exatamente para as páginas de um livro que Guaraná Antarctica vai levar as histórias de amizade de seus fãs neste Dia do Amigo, reproduzidas em ilustrações únicas de grandes cartunistas, como Adão, Loro Verz, Cibele Santos (Mulher de 30) e Breno Melo (Bode Gaiato).

Para fazer parte da obra exclusiva, por meio de um aplicativo disponível na fan page da marca no Facebook de 16 a 20 de julho, os fãs contarão os casos vividos com os amigos e que valem um livro. As histórias serão analisadas por uma equipe curadora e as mais curiosas, reproduzidas em tempo real pelos cartunistas e postadas na fan page durante a semana. Para o livro, serão selecionadas as 50 melhores entre as mais votadas pelo público no aplicativo.

Hoje o jogador Neymar teve sua história contada pelo cartunista Loro Verz. Olha que legal ficou: http://guara.na/diadoamigo_Neymar

Bora participar? :D

2 de junho de 2013

Vivo dentro de uma bolha


Nota: Pesquisando o título do texto antes de escrevê-lo, descobri que existe um pequeno grupo de mulheres no mundo que têm alergia ao sêmen humano. Assim... só pra constar, não que tenha a ver com o texto.

Há uma porcentagem de pessoas neste mundo que gostariam de viver em uma bolha. Algumas delas acreditam piamente que vivem em uma. Ficam ali com seus (pré-)conceitos, pensamentos, valores e tudo mais que lhes dá prazer, se negando a ver o mundo lá fora.



Alguns vivem em uma bolha de auto piedade, ou seja, acreditam estar sempre errados, que ninguém gosta deles, que são fracassados. Outros vivem na bolha de proteção: esse mundo é duro demais pra terem que lidar com ele. É muita violência, desigualdade, falsidade, etc. "Prefiro ficar aqui no meu buraco negro, se bem que solitário, alienado e triste, do que conviver com ignorantes e egoístas". E tem a bolha da indiferença: "Não há nada aí fora que me impressione, me interesse ou me faça sair da minha bolha". Nada de novo, o mesmo tédio, a mesma competividade dos primatas.

É que o mundo é muito mundo, né?

18 de abril de 2013

ei gatinha, quer tcc?


Não, você não leu errado.
Hoje eu vou falar sobre algo que incomoda mais gente que os elefantes, os políticos e as testemunhas de jeová: o TCC, também conhecido por tomada de cu coletiva trabalho de conclusão de curso.
E sim, resolvi escrever sobre isso porque estou vivendo este momento na minha vida e, posso dizer que, depois do vestibular da federal e da prova de direção para tirar carteira de motorista (não, não passei em nenhuma delas), essa é a tarefa mais chata e supervalorizadamente difícil de toda a minha vida.

Essa não sou eu fazendo o TCC
Na verdade, essa figura de pessoa estudando todos os dias, lendo milhares e milhares de livros sobre determinado assunto e tudo mais, me representa menos ainda que o Feliciano. O que acontece comigo é que passo o tempo todo preocupada com isso e resolvo escrever alguma coisa apenas nos dois últimos dias antes da entrega de algum capítulo para o orientador. 

Tenho um relato inútil super importante para fazer sobre como eu lido com meu TCC e como eu escolhi a melhor forma de fazê-lo e agora vou falar para vocês tudo aquilo que eu não sei sobre o assunto.


Tudo começou quando, no meio da faculdade de jornalismo, eu decidi que não queria ser jornalista. Bom, na verdade, meu curso se chama Comunicação Social com ênfase em Jornalismo, o que me conforta um pouco visto que a perspectiva de ser uma comunicadora me é muito mais atraente da perspectiva de ser uma jornalista. 


Acontece que todas as pessoas que estudam comigo estão no curso de jornalismo para serem jornalistas e eu sei que isso é a coisa mais natural do mundo e isso nunca exatamente me incomodou até a chegada dele, do TCC (muaháháháháhá). O TCC chegou e o professor me disse que seríamos OBRIGADOS a fazer o trabalho em grupo. Oh wait, agora eu entendi porque eles não gostam de falar o nome MONOGRAFIA, porque de MONO essa GRAFIA não tem nada. Onde já se viu uma monografia em grupo? Enfim. 

O tempo passou e eu sofri calada não deu pra tirar ela do pensamento porque os temas que eu gostaria de estudar não são do interesse de mais ninguém da turma e, por norma da instituição, eu logo teria que escolher um grupo e falar sobre o tema que eles quisessem porque eu não consigo convencer as pessoas a fazer o que eu quero eu era minoria. Portanto, aceitei fazer parte de um TCC que estudaria qualquer coisa relacionada a um tema que não me interessa. Fiquei triste.



Foi aí que uma luz divina me iluminou e me disse: FODA-SE A INSTITUIÇÃO, TENTE BRIGAR PELO SEU DIREITO DE FAZER ESSA PORRA SOZINHA E ESTUDE AQUILO QUE VOCÊ REALMENTE AMA, Ô CARALHO! Era uma luz divina bastante insistente e foi aí que eu decidi chutar o balde e ir em busca dos meus sonhos (...)

eu chutei o balde

Daí eu decidi fazer meu TCC sozinha, mas ao menos ter a chance de estudar algo de que eu realmente gosto, o que é infinitamente menos pior. A conclusão é que consegui fazer com que a INSTITUIÇÃO me permitisse fazer o troço sozinha mesmo tendo o triplo de trabalho visto que agora não tenho coleguinhas para me carregar nas costas me ajudar. Mas valeu a pena, e agora sou uma sofrida do TCC, mas ao menos sou uma sofrida feliz! (?)


12 de abril de 2013

A contramão


Estou há dias abrindo esse rascunho e pensando em como poderia escrever esse texto sem ser muito "fora da casinha" em relação ao assunto traição. A contramão te persegue, te enlouquece, provoca, te entorpece de tesão, de estupidez (MopTop manda lembranças). Não é um papo fácil, tenho discutido isso com amigos nos últimos tempos e tenho quatro ou cnco linhas de raciocínio que nasceram daí. Queria poder organizar meu pensamento como se organiza uma gaveta pra vocês entenderem melhor. Mas vamos por partes, então:

1. Traição - do latim trado.

Vamos começar trocando esse nome. Acho traição uma palavra feia e, além disso, mal vista pela sociedade. Vamos chamar de perfídia, que tem o mesmo significado. Combinado?
Pois bem, a perfídia é um assunto delicado e que tem muitas opiniões divergentes por aí. Nem eu mesma sei exatamente o que penso sobre, visto o que escrevi em meados de 2011. Claro que em dois anos minhas ideias amadureceram um pouco...

Sempre ouvi as pessoas dizerem "se for trair, não namore". Hoje concluo que essa frase tem o mesmo efeito que "se beber, não dirija": todo mundo fala, mas já contrariou ou vai contrariar alguma vez na vida, e nunca vai admitir publicamente. Não tem efeito na prática, nem com lei decretada.

2. Não é acidente.

“Traição não é um acidente. Cair de uma bicicleta é um acidente. Você não tropeça em uma vagina/pênis.”
A perfídia é uma escolha que parte da vontade. Nem sempre é uma vontade que nasce sem motivos, nem sempre é sequer uma vontade. Pode acontecer sim, acidentalmente, de você encontrar uma pessoa, conversar com ela e ser tudo intensamente foda e você pensar "Nossa, eu ficaria com ele(a) com certeza". Você precisa assumir que a vontade sempre existe pro sim e pro não. Tem gente que acha que a perfídia já nasce na vontade, no pensamento. Bom, aí estamos todos fodidos então. Nem vem dizer que não.

7 de abril de 2013

O que é moda?


Bom, já fiz alguns posts aqui no blog sobre alguns visuais bizarros que desfilam nas passarelas (esse, esse aqui e esse outro), mas nunca cheguei a falar propriamente a respeito do tema: moda. Para ficar mais fácil, vou dividir meu texto em tópicos para dar minha devida inútil opinião acerca de cada item.



Tendências

Em todo começo de estação, temos aqueles ditadores da moda indicando quais serão as tendências da estação. E daí, eles começam a falar todas as coisas possíveis.
Exemplo.:
Entendido de moda diz: "As cores da moda serão amarelo, azul, vermelho, rosa, roxo, branco, verde, preto, lilás, fúcsia, magenta, alaranjado, cinza, marrom, etc. etc. etc." DAÍ O CARA FALA TODAS AS CORES. O que isso quer dizer? Que todas as cores estarão "na moda"? Pois é.
Entendido de moda diz: "No inverno, vai usar muito listrado, muita bolinha, muito liso, muito estampado, muito xadrez, etc. etc. etc." DAÍ O CARA FALA TUDO QUE EXISTE NO MUNDO. O que isso quer dizer? Que tudo estará "na moda"?  Pois é.

Pergunta: O QUE CONCLUÍMOS COM ISSO?
Resposta: CONCLUÍMOS QUE NÃO EXISTE ESSA PORRA DE TENDÊNCIA. Se tudo é tendência, quer dizer que nada é, concordam com a tia?



Desfiles

Naqueles outros posts que linkei ali em cima, mostrei alguns looks bizarros que a gente vê por aí nas passarelas. AH, MARI, MAS VOCÊ TEM QUE ENTENDER QUE O DESFILE É CONCEITUAL, E BLABLABLABLA - eu sei disso, ô retardada. O que eu não entendo é o que uma mulher vestida de colméia consegue trazer de conceito para um estilo de roupa.

Além disso, isso de fazer coisas conceituais traz o grande problema da interpretação aberta. Recentemente, uma agência especializada em modelos negras protestou por causa de um desfile de um cara aí que colocou bombril na cabeça dos modelos. Acho que uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas foi só um exemplo mesmo (?) marielledoidasemsentido



Bloguetes de moda

Ah! Que colírio para os meus olhos! Chegou a hora de falar sobre as incríveis blogueiras de moda. Antes de tudo eu gostaria de falar que conheço algumas e inclusive sou grande amiga de outras, mas me refiro a um tipo específico de blogueira que vocês saberão exatamente de quem falo.

Não sei se o problema é com a minha pobreza ou se todo mundo se sente assim, mas eu me decepciono um pouco ao acessar alguns blogs de moda. Boa parte deles serve para a blogueira em questão comentar o quanto estava boa a viagem a Paris, onde foi ao lançamento das coleções das grifes mais ridiculamente caras do mundo. Isso porque, no último mês, ela também esteve em Nova Iorque, Milão, Tóquio e também tirou umas férias pelo Caribe porque ninguém é de ferro, né?

Daí vejo um look lindo com uma maquiagem perfeita e quando vejo o preço de cada uma das coisas, tenho vontade de bater com o Mjolnir na minha própria cabeça até ela estourar. Batom: R$280,00. Blusinha de malha: R$460,00. Chinelo: R$600,00. Calça jeans: R$1.400,00. E elas colocam essas coisas com uma naturalidade, como se todos os dias eu fosse para Miami e gastasse oitenta vezes o meu salário em um brinco. Eu tô é muito pobre mesmo =(



E daí, nós chegamos à linda conclusão de que o que você vê no desfile NÃO significa aquilo que será tendência, mas não importa porque TUDO afinal é tendência, mas você só vai estar MESMO na moda se você tiver muito dinheiro.